A tipologia casa-museu tem suscitado em Portugal interesse e inúmeras actividades nos últimos anos. Vários encontros nacionais e um encontro internacional, seguiram-se à realização da reunião anual do DEMHIST que teve lugar em Lisboa em 2005.

Internacionalmente, o grupo de trabalho que constitui o comité temático internacional do ICOM, tem vindo a trabalhar para dar a conhecer as especificidades desta tipologia de museus, que abarca uma infinidade de projectos diferenciados. O projecto de categorização, iniciado há quase uma década, contou com a colaboração de dezenas de instituições portuguesas e inicia agora uma nova fase.

No próximo dia 1 de Fevereiro de 2010, no Paço dos Duques de Bragança, em Guimarães, gostaríamos de dar a conhecer, no âmbito deste projecto, o caminho percorrido até à data e o que se perspectiva para o futuro. A presença e a participação do maior número de profissionais são fundamentais para o debate sobre o trabalho realizado e o desenvolvimento de novas vertentes, designadamente a utilidade do projecto de categorização no contexto nacional.

A participação é gratuita, devendo os interessados enviar um e-mail ou fax, com a sua identificação, instituição de origem e contactos (e-mail e telefone) para posteriores informações.

Contacto:

Paço dos Duques

Rua Conde D. Henrique

4810-Guimarães

Tel. 253 412 273

Fax. 253 517 201

E-mail. pduques@imc-ip.pt

CASAS-MUSEU EM PORTUGAL

O que é uma casa-museu? O que a caracteriza? Como se processa a sua compreensão e estu­do? Que valências deve abranger? Qual o conteúdo destas unidades museológicas? Como fo­ram instituídas e que implicações tem a sua criação? Como deve comportar-se a casa e o acervo perante os visitantes? Qual a sensação colhida por quem efectua uma visita a uma casa-museu? Estas e outras questões devem ser equacionadas, analisadas e compreendidas, no sentido de se evoluir no estudo da definição de casas-museu.

 

Muitos conceitos são apresentados: uns colocando a tónica no edifício; outros, no ambiente; aqueloutros nas colecções e ainda alguns na vivência de uma determinada pessoa ou grupo social. Provavelmente, ou certamente, perante as muitas ideias a apresentar, a simbiose entre múltiplos factores dará a resposta à necessidade de chegar a um conceito com o máximo de ob­jectividade, assim como à definição das funções, importância e eficácia destes museus que co­meçam a ser frequentes desde o século XIX, como nos refere Pedro Lorente, eventualmente substituindo os gabinetes de curiosidades, vindo nos últimos anos a ser questionados no que concerne à sua função e eficácia junto do público, face à transmissão de conhecimentos e à valorização das colecções e informações intrínsecas que possuem.

 

Todavia, antes de avançar para a definição daquilo que se nos afigura poder vir a considerar-se uma casa-museu, é fundamental reter a nossa atenção na expressão casa-museu, composta por duas palavras em justaposição, dois conceitos com dimensões completamente opostas quanto à sua abrangência, em relação à sua extensão pública e privada.

 

Estamos perante o conceito casa que tem um sentido privado, pessoal, de refúgio e intimidade, ao qual se junta o conceito museu com toda a sua carga e dimensão pública. Um museu é criado para receber pessoas, transmitir conhecimentos e interagir com o público, a que se associa a função de conservar, estudar e divulgar as colecções. No âmbito das casas-museu, a própria casa é, também, uma importante e imponente peça do museu a preservar e estudar.

 

Estando perante terminologias conceptualmente opostas, aumenta a complexidade desta abordagem, levantando um sem número de questões a quem trabalha nestas instituições. Assim, é igualmente importante, antes de avançar para o conceito de casa-museu, apresentar algumas definições daquilo que é uma casa e, paralelamente, o conceito de casa histórica. Na nossa perspectiva, estes não se reportam à mesma realidade. Uma casa-museu pode ser, simultaneamente, uma casa histórica, mas sendo histórica não significa que seja museu. Sem pretender atingir posições demasiado puristas, deve-se caminhar no sentido de estabelecer as diferenças entre todos os conceitos e assim clarificar a realidade. Considera-se que a casa histórica, “historic house”, está relacionada com o imóvel que apresenta histórias e leituras de um determinado local, de uma época definida ou estrato social, tal como se pode depreender da leitura de inúmeros textos.

 

A casa-museu deverá reflectir a vivência de determinada pessoa que, de alguma forma, se dis­tinguiu dos seus contemporâneos, devendo este espaço preservar, o mais fielmente possível, a forma original da casa, os objectos e o ambiente em que o patrono viveu, ou no qual decorreu qualquer acontecimento de relevância, nacional, regional ou local, e que justificou a criação desta unidade museológica. Temos, nesta primeira definição, algumas condicionantes fundamentais, tais como a originalidade, residência do patrono e a função anterior da casa. Ou­tras especificidades se nos apresentarão no decurso desta dissertação.

 

Ao reproduzir estes ambientes e, estando aberta como se de uma casa se tratasse, estas uni­dades museológicas vão musealizar o dia-a-dia destes espaços (PAVONNI 2001: 6). É este am­biente doméstico representando a maneira como alguém viveu, que reflectirá aspectos tão pes­soais, como, por exemplo, a forma de se situar no mundo, transportando os visitantes para os tempos desse quotidiano que suscita interesse e curiosidade. Estas casas, verdadeiros teatros da memória, permitem o encontro com alguém, realizar visitas à casa desse escritor, daquele pintor, do Homem que se admira pela sua actividade política, da personalidade que se distinguiu numa determinada área da vida pública.

 

A proximidade com o espaço doméstico e privado é determinante na organização da Casa-Museu, assim como na motivação do público para a visitar. Ao chegar à casa-museu, o visitante deparar-se-á com o quotidiano da pessoa que dá nome à instituição, percebendo determinada maneira de pensar, de agir, inteirar-se-á do seu ambiente familiar, da sua época, da sua econo­mia, da sua envolvência social e educativa. Todas estas variantes que formam a personalidade dos indivíduos estarão presentes no seu espaço habitacional e doméstico. Este será uma cria­ção de autor, verdadeiro teatro da vida, de quem nessas casas habitou, e aí criou o seu cenário diário. Assim, quando se entra numa casa-museu, para além dos sistemas de vida doméstica, observando os objectos na sua forma original ou próxima dela, penetra-se di­rectamente na intimidade de alguém, uma pessoa muitas vezes introvertida e que nunca pensou nesse espaço para ser fruído por estranhos. É esta intromissão, a vontade de olhar a forma como alguém ali viveu, que suscita o interesse de uma substancial parte do público. A memória pessoal, reflectida no espaço privado, transforma-se em memória colectiva, o espaço pessoal torna-se espaço público, procurado por quem pretender chegar ao íntimo de uma certa personalidade.

 

CASA DE JOSÉ RÉGIO DE VILA DO CONDE

A Casa de José Régio, aberta ao público a 17 de Setembro de 1975, dia em que se assinala o nascimento de José Régio, foi adquirida pela Câmara Municipal aos seus familiares, com dois objectivos prioritários: se por um lado era fundamental para Vila do Conde perpetuar a memória deste ilustre poeta, por outro, era também muito importante não destruir a unidade e harmonia da casa, colecção e personalidade.

 

Entre os objectivos principais da Casa de José Régio encontra-se a promoção do estudo da vida e obra do poeta. Para além de apoiar e disponibilizar os materiais a investigadores, a Câmara Municipal de Vila do Conde é sócia-fundadora e principal impulsionadora do Centro de Estudos Regianos, associação que se dedica ao estudo da vida e obra do poeta vilacondense.

 

Pretende-se, também, preservar, estudar e divulgar a colecção de obras de arte pertencentes ao acervo da casa. Destaca-se a valiosa colecção de arte popular que deverá ser conservada, estudada e posta à disposição do público que visita a Casa do poeta, uma vez que Régio foi um dos grandes coleccionadores do nosso país.

Depois dos objectivos gerais, definiram-se objectivos específicos que se inumeram a seguir:

- Perceber, através da sua obra, qual a importância de José Régio na âmbito da História da Li­teratura portuguesa;

- Realizar estudos da Colecção de Arte Contemporânea no âmbito da Arte Portuguesa do Século XX;

- Estudar a História da Família Reis Pereira – uma família de artistas vilacondenses;

- Promover, junto das comunidades locais, a figura de José Régio, um ilustre vilacondense, cujo valor deve ser reconhecido por todos;

- Percepcionar a religiosidade de Régio pela sua escrita e pelas suas colecções;

- Reconstituir o jardim da casa, um dos espaços mais apreciados por Régio;

- Promover colóquios, conferências e encontros sobre o poeta ou sobre outros poetas, a literatu­ra portuguesa, a arte popular, temas relacionados com este espaço.

 

António Ponte

antoniotponte@gmail.com

http://antonioponte.wordpress.com/

Fev.09

 

 

A convite da Arbeitsgemeinschaft Literarischer Gesellschaften und Gedenkstätten (ALG), nos dias 20 e 21 de Fevereiro 2009, representantes de 17 países europeus, delegados de 10 estruturas organizadoras de sociedades literárias europeias e museus literários reuniram-se em Berlim, tendo a Casa de José Régio de Vila do Conde sido representada por António Ponte.

 

Depois de aferidas as realidades que se verificam nos diferentes países, os participantes discutiram as possibilidades de cooperação e de estabelecimentos de redes entre as várias instituições. Todos concordaram ser necessária uma maior cooperação europeia, pois só com o conhecimento e compreensão das diferentes culturas e das tradições se conseguirá no futuro estabelecer laços que permitam uma maior unidade entre os diferentes povos da União Europeia.

 

Foram verificadas as semelhanças e as diferenças entre as diversas instituições europeias, concluindo-se que apenas uma pequena parte recebia apoios permanentes do estado.

 

No sábado os participantes tiveram a oportunidade de visitar a Casa de Brecht, assim como a “Akademie der Kunste” na “Pariser Platz”. A avaliação final permitiu a todos expressar a satisfação pela forma como decorreu a reunião, ficando acordada uma maior cooperação entre os presentes. Csilla E. Csorba, directora do “Petöfi Museum” em Budapest, onde em 2008 foi criada uma organização aglutinadora de sociedades literárias, avançou com a hipótese de no próximo ano ser possível esta reunião ter lugar naquela cidade, estando aberta a outras organizações interessadas em aderir a este grupo.

 

A publicação das conferências apresentadas está prevista em três línguas (Alemão, Inglês e Francês). Para mais informações poderárá ser contactada a:

Arbeitsgemeinschaft Literarischer Gesellschaften und Gedenkstätten (ALG)

Postfach 61 04 12

10969 Berlin

T +49-30-80 49 07 07

F +49-30-80 49 02 35

Mail: alg@alg.de

www.alg.de

 

Em Portugal

António Ponte

antóniotponte@gmail.com

 

 

Decorrerá nos próximos dias 20 e 21 de Fevereiro, em Berlim, um encontro que reunirá representantes de várias casas-museu de escritores e investigadores deste ramo da museologia. Estarão presentes participantes de toda a Europa.

 

Brevemente daremos as informações decorrentes deste encontro no qual participaremos.

CASA NOBRE:

Um Património para o Futuro

II CONGRESSO INTERNACIONAL

14 E 15 DE NOVEMBRO DE 2008

Casa das Artes de Arcos de Valdevez

O II Congresso Internacional “Casa Nobre: Um Património Para o Futuro” constitui já, tendo em conta o êxito obtido através da qualidade das palestras e das comunicações e do número elevado e interessado de participantes de Portugal e Galiza no Congresso precedente, um fórum necessário e destacado de debate e de reflexão sobre um património multifacetado, de que a Casa Nobre é o emblema e o ponto focal de convergência. Nesta segunda realização pretende-se acentuar o cariz internacional, impulsionando, em simultâneo, a apresentação de estudos académicos e equivalentes sobre aspectos e problemas do amplo temário que continuará a ser matricial neste e em futuros eventos.

Atrair e divulgar a investigação de qualidade, que nacional e internacionalmente se faz em torno dos temas e problemas contemplados, é o objectivo central de uma iniciativa que consegue ser, também, um exemplo concreto e bem sucedido de cooperação entre uma Autarquia, o Município dos Arcos de Valdevez, e algumas Universidades públicas, representadas através de docentes e investigadores convidados nominalmente a integrar a Comissão Cientifica.

PROGRAMA DO CONGRESSO:

Sexta-feira 14 Novembro

Local: Auditório da Casa das Artes de AVV

09H00 – Entrega de documentação e recepção de participantes

09h30 – Sessão de abertura

10h00 – Temática: Memória Histórica: História da Família, Genealogia, Documentação Familiar e Heráldica.

- Palestra 1 – La Casa Noble en Galicia Eduardo Pardo de Guevara (Instituto dos Estudios Galegos Padre Sarmiento, Santiago de Compostela; Espanha)

10h45 – Intervalo

11h00 – Comunicações

Sala 1

11h00 – Os Limas: da Galiza a Giela (séc. XII a XV) José Augusto Sotto Mayor Pizarro

11h20 – O Arquivo dos Viscondes de Vila Nova de Cerveira Bernardo Vasconcelos e Sousa e Luís Vasconcellos e Souza

11h40 – Casas nobres de Portimão e seu entorno com pedras de armas de Pacheco Segismundo Pinto

12h00 – Privilégio, Casa, Devoção Familiar e Onomástica

Pedro Vilas Boas Tavares

12h20 – Nobreza, Fidalguia, Honra e Principalidade em Portugal nos séculos XV a XVIII Augusto Ferreira do Amaral

12h40 – Castros do Rio: Ascensão e Nobilização de uma família Cristã-Nova Nuno Pereira Borrego

Sala A

11H00 – Em torno dos arquivos de família do Portugal Medieval e Moderno. Ciência arquivística, História social e património. Maria de Lurdes Rosa

11h20 – A pedra de armas do paço dos alcaides-mores de Óbidos: uma memória heráldica Miguel Metelo de Seixas e João Bernardo Galvão-Telles

11h40 – Os Malafaias de Santa Cruz e Serrazes: algumas considerações histórico-genealógicas.
Aires Gomes Fernandes

12h00 – Uma casa:múltiplos espaços, múltiplos poderes. O património cultural dos Coutinhos no período moderno. Jaime Gouveia

12h20 – A Heráldica e as Grandes Residências Eclesiásticas Joaquim Ramos Baptista

12h40 – Os Arquivos Pessoais e Familiares do Arquivo Distrital de Braga / Universidade do Minho. Abordagem Sistemática
Abel Rodrigues

13h00 – Pausa para almoço

14h30 – Temática: Políticas Culturais e Defesa do Património: Legislação e Convenções Internacionais, Centros Históricos.
- Palestra 2 – Authenticity and expectation:conserving the english country house Steven Parisien (The Prince’s Foundation For the Built Environment; Londres; Inglaterra)

15h20 – Comunicações

Sala 1

15h20 – Património, recurso para o futuro Elísio Summavielle

15h40 – World Monuments Fund e o papel da iniciativa privada na preservação do património Paulo Lowndes Marques

16h00 – A Casa Nobre – Recuperação de um Símbolo ameaçado da cultura Portuguesa Hugo O’Neill

16h20 – O Enquadramento Legislativo das Políticas Públicas de Protecção do Património Cultural
João Martins Claro

16h40 – Breve percurso por algumas Convenções Internacionais sobre o Património
Fernando Mascarenhas

17h00 – Proposta de salvaguarda de uma janela sobre o mundo: a Casa Nobre Duarte Pio de Bragança (Duque de Bragança)

Sala A

15h20 – Por ocasião dos 500 anos do nascimento de Andrea Palladio 1508-2008 José Cornélio da Silva

15h40 – Título a definir Helena Maria Gil Martins Ferreira Coutinho

16h00 – O Centro Histórico de Guimarães Alexandra Gesta

16h20 – Vila do Conde – A Cidade como Projecto Cultural Manuel Maia Gomes

16h40 – Sistematização Classificativa do Património Arquitectónico:Critérios e obstáculos Hélder Cerqueira de Souza

17h00 – Problemas de defesa e de restauro do património dos châteux et manoirs privados, em França Anne de Stoop

17h30 – Encerramento dos trabalhos
Sábado 15 Novembro

10h00 – Temática: Arquitectura, Conservação e Restauro: Construções Jardins e Património Artístico.

- Palestra 3 – Patrimônio e Paisagem Cultural Rural no Brasil: labor e engenho de uma arquitectura voltada à produção André Argollo Ferrão (Faculdade de Engenharia Civil, Arquitectura e Urbanismo da Unicamp, Brasil)

10h45 – Intervalo

11h00 – Comunicações

Sala 1

11h00 – A cada nobre e a génese do barroco portuense: a Casa de São João-o-Novo e a Casa Monteiro Moreira Jaime Ferreira-Alves

11h20 – O Saber-fazer na Arte do Restauro Luís Calado

11h40 – 7 Séculos de Quinta das Lágrimas – a sustentabilidade da Casa Nobre Cristina Castel-Branco e José Miguel Júdice

12h00 – Epígrafe e heráldica no Portugal medievo Mário Barroca

12h20 – O Retrato na Casa Nobre no Norte de Portugal Gonçalo Vasconcelos e Sousa

12h40 – Imagens e referências da casa nobre em projectos de habitação burguesa do século XX – alguns problemas Marieta Dá Mesquita

Sala A

11h00 – Memórias Arquitectónicas e Tumulares dos antigos fidalgos de Basto Ilídio Araújo

11h20 – O Paço, a Villa e a Urbe Marta Peters Arriscado Oliveira

11h40 – Una alternativa neomedieval al pazo gallego como residencia señorial. La escritora Emília Pardo Bazán y las Torres de Meirás (1893-1907) Jesús Ángel Sánchez García

12h00 – A Casa Nobre e o Urbanismo: apropriação e criação de espaço público como estratégia de afirmação do poder. Francisco Queiroz e Ana Maria Portela

12h20 – A Casa Nobre no Concelho de Ponte de Lima. D. Leonel de Lima: rupturas e evolução do espaço urbano quatrocentista Maria Amélia Paiva

12h40 – O trabalho da pedra nas casas nobres micaelenses dos séculos XVII e XVIII: sistemas construtivos e elementos arquitectónicos desenvolvidos localmente por técnicas e profissionais ligados ao trabalho da pedra Isabel Soares de Albergaria

13h00 – Pausa para almoço

14h30 – Temática: Turismo e Desenvolvimento Regional: Recursos Turísticos, Produtos e Destinos Turísticos, Estratégias Empresariais.

- Palestra 4 – Turismo como estratégia integradora dos recursos locais: o caso do Minho-Lima Laurentina Cruz Vareiro (Instituto Politécnico do Cávado e do Ave – Escola Superior de Gestão)

15h20 – Comunicações

Sala 1

15h20 – Turismo, imagens cruzadas e identidades: o caso do Norte de Portugal e da Galiza Xosé Xerardo Pereiro Peres

15h40 – Título a definir Carlos Cardoso Lage

16h00 – Património cultural e estratégias de desenvolvimento turístico da cidade de Guimarães José Cadima Ribeiro e Paula Cristina Remoaldo

16h20 – Turismo de habitação e as redes de cooperação Francisco de Calheiros

16h40 – Desenvolvimento do Turismo na Euro-região Norte de Portugal e Galiza: Análise da Oferta Xulio Pardellas de Blas, Cláudia Simões, Carmen Padín, Frederico Yuri Hanai, Sara Aboy

17h00 – Turismo em regiões vinhateiras – algumas reflexões António Barros Cardoso

17h20 – Restauro de edifícios históricos permitindo o ususfruto de um jardim temático englobado num projecto de ecomuseu, na Toscana Nedo Ferrari

Sala A

15H20 – O Concelho de Arcos de Valdevez e o seu valor patrimonial: Projecto de Difusão Carla Alves, Madalena Pinheiro, Nuno Leão e Susana Soares

15h40 – Casas-históricas e Casas-Museu – Locais potenciadores de Redes de Turismo Cultural António Ponte

16h00 – Mosteiros Beneditinos da Idade Média no Noroeste Português: Especificidades e Factores de atracção turística Carla Braga

16h20 – Turismo em espaço rural: das ideias precursoras à institucionalização Eduardo Gonçalves

16h40 – Barcelos nos seus dedos (sistema de informação turística). Miguel Pereira 17h00 – Rota do Românico do Vale do Sousa Rosário Correia Machado

17h45 – Sessão de encerramento do Congresso

20h00 – Jantar de encerramento (Local: Paço da Glória) (sujeito a inscrição prévia no secretariado durante os dias do Congresso; valor: 10 euros)

Contactos:

Secretariado 965 500 807

Casa das Artes 258 520 280

A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, através da Casa de Camilo, em colaboração com o Curso de Museologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, e com da Secção Autónoma de Jornalismo e Ciências da Informação, da mesma Faculdade, vai organizar, nos próximos dias 30 e 31 de Outubro, o “1.º Encontro Internacional de Casas-Museu”, subordinado ao tema “As Casas-Museu: Do passado aos novos desafios”, no auditório do Centro de Estudos Camilianos, em S. Miguel de Seide, Vila Nova de Famalicão.
Pretende-se com o Encontro promover a reflexão e o debate em torno de alguns dos principais desafios que hoje se colocam às casas-museu em termos da sua gestão, administração, dinamização e valorização cultural e científica.
 
 
http://www.camilocastelobranco.org/
http://casadecamilo.wordpress.com

A página Casa-Museu em Portugal  além de ser um meio de difusão de um trabalho de investigação, pretende ser um ponto de encontro de investigadores e interessados neste tema.

Assim, se desejar colaborar com artigos, posts ou links, pode fazê-lo nesta entrada.

 

Agradecemos toda a colaboração.

Decorrerá em Arcos de Valdevez, a 14 e 15 de Novembro de 2008, o 2º Congresso Internacional Casa Nobre.

Os interessados poderão consultar o site oficial:

http://casanobre.congresso.googlepages.com

 

Interessa-se pelo tema das Casa-Museu ou pelos Museus do Quotidiano? Gostaria de partilhar conhecimentos, informações ou endereços? Vamos criar neste blog um “interface” de comunicação entre pessoas que se interessam sobre estes assuntos ou que visitam Casas-Museu.

 

Deixemos contactos, experiências, visitas, endereços de Casas-Museu, informações sobre museus do quotidiano.